O que é a musicoterapia?

Já pensou em conseguir aumentar o seu bem-estar, melhorar o humor, a concentração, o raciocínio e até sintomas de problemas de saúde com a música? Pois é justamente isso o que promete a musicoterapia.

Voltada tanto para crianças como para adultos, a técnica pode trazer inúmeros benefícios, melhorando a qualidade de vida de muitas pessoas. Ficou interessado? Continue a leitura!

O que é a musicoterapia e para quem é indicada?

A musicoterapia, como o próprio nome sugere, é um tipo de tratamento que utiliza a música para tratar vários tipos de pacientes. Essa técnica busca melhorar a comunicação, o aprendizado, a expressão e ainda a forma como essas pessoas se relacionam.

Assim, a terapia com música pode ser usada tanto para tratar e reabilitar pacientes, como prevenindo problemas de saúde e melhorando a qualidade de vida.

Outra forma de usar a técnica é por meio da terapia comunitária, na qual se busca, com a música, empoderar os grupos e melhorar o engajamento e a organização social.

Indicações

Ela é indicada para todas as faixas etárias, ou seja, desde crianças até idosos que apresentem sintomas de estresse, depressão, ansiedade ou ainda problemas de saúde e deficiências de desenvolvimento ou aprendizado, como o autismo.

Também tem sido empregada com sucesso para pacientes com Mal de Alzheimer e condições próprias do envelhecimento, câncer e doenças terminais, lesões cerebrais, doenças cardíacas, pacientes com sequelas de AVC e síndromes de dor crônica.

Porém, vale lembrar que, apesar de todos os benefícios, a musicoterapia não substitui o tratamento convencional desses problemas, apenas trabalha oferecendo um auxílio para a redução dos sintomas. Encontrar uma boa clínica médica ainda é indispensável. Para quem é de Belo Horizonte, uma indicação é a Especialmed, com tratamentos diferenciados, atendimento de qualidade e preços atrativos.

Quais são os seus benefícios?

A terapia com música possui inúmeros benefícios, como:

  • redução da ansiedade;
  • melhora no humor;
  • aumento da disposição;
  • redução dos sintomas típicos do estresse e da depressão;
  • aumento na capacidade respiratória;
  • alívio das dores de cabeça;
  • controle da pressão arterial;
  • estímulo à coordenação motora;
  • melhora nos distúrbios comportamentais;
  • auxílio nos casos de dores crônicas;
  • melhora da qualidade de vida;
  • melhora na frequência cardíaca;
  • estímulo às interações sociais;
  • entre outros.

Como a música age no cérebro?

Todos esses benefícios somente são possíveis porque a música é capaz de agir e ativar diversas áreas do cérebro, como:

  • corpo caloso: conecta o hemisfério direito e esquerdo. A música torna a transferência de informações mais efetiva;
  • córtex sensorial: processa as informações sensoriais (audição, visão e tato);
  • córtex auditivo: processa os sons, os ritmos e as variações que escutamos;
  • córtex motor: responsável pela resposta tátil indispensável para tocar um instrumento ou dançar;
  • córtex pré-frontal: relacionado aos comportamentos, tomada de decisões, expressão da personalidade e pensamentos complexos. A música ativa fortemente essa área e alguns pesquisadores acreditam que ela pode influenciar a personalidade do paciente;
  • córtex visual: processa as informações visuais;
  • cerebelo: mantém o equilíbrio, controla os movimentos voluntários e o tônus muscular e é responsável pelos processos de aprendizagem motora;
  • hipocampo: é onde se situam as memórias e também é responsável pela navegação espacial. A música pode ativar memórias profundas;
  • amigadala: regula os nossos comportamentos e as respostas emocionais, é a área mais afetada quando ouvimos uma música.

Por ativar todas essas áreas, a música é uma ferramenta poderosa para auxiliar no tratamento e na redução dos sintomas de várias patologias. Por exemplo, como ela atua no hipocampo, pode ajudar os pacientes com Alzheimer a estimularem a memória.

As sessões funcionam tanto de maneira passiva (com o paciente apenas escutando o terapeuta tocando) como ativa (fazendo música com o terapeuta, dançando e participando).

E, então, depois de ler este conteúdo sobre musicoterapia, já está claro como ela pode ajudar a aumentar o bem-estar, melhorar a qualidade de vida e reduzir os sintomas de vários tipos de doenças? Se você gostou deste post, compartilhe as nossas informações nas suas redes sociais!

A história da indústria musical brasileira: resumo

 

A indústria musical se modificou bastante nos últimos anos, em pouco tempo, as gravadoras perderam poder e os artistas estão usando alternativas mais diretas para distribuir seus trabalhos.

No mundo inteiro, pessoas conseguiram emplacar carreiras de sucesso pela internet. Enquanto isso, as corporações buscaram outras maneiras de interagir com os músicos, como investimentos em marketing e estrutura de shows.

Contudo, antes de o nosso mercado fonográfico ficar tão desenvolvido e ter suas estruturas balançadas pela web, outras maneiras e tecnologias eram usadas para produzir e ouvir música.

Confira agora um resumo da trajetória da indústria musical brasileira.

Da era dos concertos ao auge do rádio

Em 1900, foi montado o primeiro estúdio de gravação do país, A Casa Edison, com um fonógrafo trazido por Frederico Figner, que também construiu em 1913 a Odeon, primeira fabricante de discos brasileira. Isso revolucionou a forma de se consumir música, que antes só poderia ser apreciada ao vivo.

Além da Odeon, outras três grandes empresas marcaram o mercado fonográfico: Columbia, RCA Victor e Rozenblit. Depois, com a era do rádio, aumentou bastante a quantidade de compositores, músicos e também de público, assim iniciou-se a consolidação do negócio da música no Brasil. Os grandes nomes da época foram muitos, mas podemos destacar Luiz Gonzaga, Dorival Caymmi, Ângela Maria, Dalva de Oliveira e  Cauby Peixoto.

Do som para a imagem

Com o lançamento do LP na década de 1950, ouvir discos em casa se tornou mais vantajoso. Os preços dos aparelhos caíram e as vendas estouraram. Uma leva de artistas e gêneros surgiram, como Bossa-nova, Tropicália, Jovem Guarda, MPB e Rock.

As antigas gravadoras cederam lugar às novas e, no início dos anos 1970, a líder era a Phonogram, dirigida por André Midani, que 1976 ajudou a fundar a Warner do Brasil, outra grande corporação do ramo.

A partir da década de 80, outra revolução tecnológica apareceu para mudar o jeito como as pessoas ouviam música, o CD. Menor, com capacidade e qualidade maiores, aos poucos, ele foi matando o LP e ditando o fim de um era.

Por volta desse período também surgiu outra inovação, o videoclipe, que mudou a forma dos artistas apresentarem seu trabalho, pois, além da música, era preciso pensar na imagem.

Da TV para a internet

A MTV, em especial, foi grande responsável por popularizar a cultura dos clipes. Nesse período o pop era o gênero dominante da indústria mundial, logo, nos anos 80 e 90, os brasileiros foram recebendo influências dessa mistura de estilos e batidas dançantes.

Além disso, apareceram muitas atrações com temas regionais e que dominaram a cena. Desde duplas sertanejas, bandas de pagode, axé e cantores de MPB. Nos anos 2000, a indústria foi dando atenção para grupos de funk, rap, forró eletrônico e tecnobrega, principalmente os que surgiram nas comunidades carentes do país.

Nesse momento também surgiu o MP3, que deixou a indústria fonográfica, principalmente as gravadoras, de cabeça para baixo. Os modelos de negócio tiveram que ser mudados, assim como, mais uma vez, a maneira de escutar música.

Hoje, muito da MPB foi misturada com pop nacional e internacional, os artistas mais famosos passeiam por diferentes estilos para agradar o público. Com a chegada do Youtube e do streaming, qualquer pessoa pode expor seus talentos e, quem sabe, conseguir fãs e ter uma carreira de sucesso, como muitos MC’s, cantores e bandas estão demonstrando.

A indústria musical brasileira mudou muito desde sua fundação, isso é algo normal no desenvolvimento da sociedade. Uma coisa que podemos afirmar, é que não sabemos como será o futuro desse negócio, que parece ter vida própria e evolui naturalmente.