Como programas de cultura e arte podem mudar a realidade dos jovens brasileiros.

A construção de um país mais justo e desenvolvido passa por nele, existirem iniciativas que dêem acesso a cultura e a arte, principalmente aos jovens das periferias. Em nosso país, os programas de cultura e arte têm um importante papel para que isso aconteça na prática.

São várias as iniciativas, públicas ou privadas, que desenvolvem trabalhos de diferentes maneiras e que atendem às áreas mais carentes, geralmente áreas de periferia, que ajudam a afastar esses jovens da criminalidade e que ajudam a diminuir a evasão escolar.

Conhecer o trabalho dessas instituições contribui para entender não apenas a mente do jovem da periferia, mas a enxergar que o acesso a oportunidade se mostra capaz de transformar a vida de qualquer pessoa, no instante em que ela tem acesso a programas de cultura e arte.

Você já conhece alguma dessas iniciativas? Confira mais sobre elas neste nosso post! 

Como programas de cultura e arte mudam a realidade de jovens

Os programas de cultura e arte, geralmente, costumam funcionar em parceria com as escolas ou condicionado ao desempenho escolar desses jovens, contribuindo para diminuir a evasão a escolar e a estimular o jovem a aplicar-se nos estudos.

Outro aspecto importante, na vida desse jovens, é o da inclusão social. Projetos assim os acolhem e dotam cada um deles com um ideal de pertencimento a um grupo, fundamentais, portanto, na formação do caráter ético, moral e, em muitas vezes, profissional.

Além disso, ”abrem as portas” para que esses jovens tenham acesso a uma dos bens mais preciosos no mundo moderno: o direito a informação, o acesso ao conhecimento. Acesso esse capaz de dar mais dignidade e possibilidades para as vidas dessas pessoas.

Exemplos de projetos

Exemplo de projetos e iniciativas de programas de cultura e arte não faltam pelo país, entre elas podemos destacar a Ramacrisna e a Criart, que contribuem para a formação cultural, profissional e cívica de jovens carentes.

O Ramascrisna, sediado em Betim – MG, é uma organização mais voltada ao oferecimento de cursos profissionalizantes e de línguas, capacitando e inserindo jovens no mercado de trabalho, em empresas conveniadas a ela. Ela, inclusive, já recebeu alguns prêmios e possui parceiros importantes, como o Banco do Brasil, Google e a Localiza.

Já o Criart é um projeto realizado através da parceria do programa Ocupação Social, coordenado pela SEDH (Secretaria de Direitos Humanos) e que ensina técnicas de circo para crianças, que estão matriculadas no projeto, em uma das áreas mais carentes e perigosas de Cariacica, no ES.

Resultados já atingidos por eles

Os resultados mostram que o percentual de evasão escolar diminuiu, tendo inclusive a aprovação quase que unânime dos pais de cada um dos jovens desses programas.

A contribuição desses projetos, a longo prazo, também são perceptíveis, através da inserção desses jovens de maneira mais rápida e inclusiva no mercado de trabalho, em função dos programas de cultura e arte.

Como deu para perceber, os programas de cultura e arte possuem um papel social e civilizatório fundamental para a vida não só dos jovens de periferia, mas servem como alternativas para que o poder público repensa o papel da educação na vida do jovem brasileiro.

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Até logo!

O que é a musicoterapia?

Já pensou em conseguir aumentar o seu bem-estar, melhorar o humor, a concentração, o raciocínio e até sintomas de problemas de saúde com a música? Pois é justamente isso o que promete a musicoterapia.

Voltada tanto para crianças como para adultos, a técnica pode trazer inúmeros benefícios, melhorando a qualidade de vida de muitas pessoas. Ficou interessado? Continue a leitura!

O que é a musicoterapia e para quem é indicada?

A musicoterapia, como o próprio nome sugere, é um tipo de tratamento que utiliza a música para tratar vários tipos de pacientes. Essa técnica busca melhorar a comunicação, o aprendizado, a expressão e ainda a forma como essas pessoas se relacionam.

Assim, a terapia com música pode ser usada tanto para tratar e reabilitar pacientes, como prevenindo problemas de saúde e melhorando a qualidade de vida.

Outra forma de usar a técnica é por meio da terapia comunitária, na qual se busca, com a música, empoderar os grupos e melhorar o engajamento e a organização social.

Indicações

Ela é indicada para todas as faixas etárias, ou seja, desde crianças até idosos que apresentem sintomas de estresse, depressão, ansiedade ou ainda problemas de saúde e deficiências de desenvolvimento ou aprendizado, como o autismo.

Também tem sido empregada com sucesso para pacientes com Mal de Alzheimer e condições próprias do envelhecimento, câncer e doenças terminais, lesões cerebrais, doenças cardíacas, pacientes com sequelas de AVC e síndromes de dor crônica.

Porém, vale lembrar que, apesar de todos os benefícios, a musicoterapia não substitui o tratamento convencional desses problemas, apenas trabalha oferecendo um auxílio para a redução dos sintomas. Encontrar uma boa clínica médica ainda é indispensável. Para quem é de Belo Horizonte, uma indicação é a Especialmed, com tratamentos diferenciados, atendimento de qualidade e preços atrativos.

Quais são os seus benefícios?

A terapia com música possui inúmeros benefícios, como:

  • redução da ansiedade;
  • melhora no humor;
  • aumento da disposição;
  • redução dos sintomas típicos do estresse e da depressão;
  • aumento na capacidade respiratória;
  • alívio das dores de cabeça;
  • controle da pressão arterial;
  • estímulo à coordenação motora;
  • melhora nos distúrbios comportamentais;
  • auxílio nos casos de dores crônicas;
  • melhora da qualidade de vida;
  • melhora na frequência cardíaca;
  • estímulo às interações sociais;
  • entre outros.

Como a música age no cérebro?

Todos esses benefícios somente são possíveis porque a música é capaz de agir e ativar diversas áreas do cérebro, como:

  • corpo caloso: conecta o hemisfério direito e esquerdo. A música torna a transferência de informações mais efetiva;
  • córtex sensorial: processa as informações sensoriais (audição, visão e tato);
  • córtex auditivo: processa os sons, os ritmos e as variações que escutamos;
  • córtex motor: responsável pela resposta tátil indispensável para tocar um instrumento ou dançar;
  • córtex pré-frontal: relacionado aos comportamentos, tomada de decisões, expressão da personalidade e pensamentos complexos. A música ativa fortemente essa área e alguns pesquisadores acreditam que ela pode influenciar a personalidade do paciente;
  • córtex visual: processa as informações visuais;
  • cerebelo: mantém o equilíbrio, controla os movimentos voluntários e o tônus muscular e é responsável pelos processos de aprendizagem motora;
  • hipocampo: é onde se situam as memórias e também é responsável pela navegação espacial. A música pode ativar memórias profundas;
  • amigadala: regula os nossos comportamentos e as respostas emocionais, é a área mais afetada quando ouvimos uma música.

Por ativar todas essas áreas, a música é uma ferramenta poderosa para auxiliar no tratamento e na redução dos sintomas de várias patologias. Por exemplo, como ela atua no hipocampo, pode ajudar os pacientes com Alzheimer a estimularem a memória.

As sessões funcionam tanto de maneira passiva (com o paciente apenas escutando o terapeuta tocando) como ativa (fazendo música com o terapeuta, dançando e participando).

E, então, depois de ler este conteúdo sobre musicoterapia, já está claro como ela pode ajudar a aumentar o bem-estar, melhorar a qualidade de vida e reduzir os sintomas de vários tipos de doenças? Se você gostou deste post, compartilhe as nossas informações nas suas redes sociais!

Era digital: como a computação transformou o marketing?

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O conceito e o trabalho de marketing mudaram drasticamente na era digital, tanto por parte dos clientes, quanto das empresas e da tecnologia. Hoje, os consumidores são mais bem informados e exigentes, já as empresas precisaram alterar e atualizar diversos departamentos, e a internet proporcionou a evolução para o marketing digital.

Não basta mais ter um grande orçamento para ter sucesso nas campanhas, é preciso entender muito bem o público, o mercado, os novos canais de comunicação, as estratégias e combinar tudo isso para ter um resultado satisfatório. Veja agora algumas das mudanças trazidas ao marketing pela era digital. Confira!

Investimento mais fácil e barato

No marketing tradicional, geralmente, quanto maior o investimento em publicidade, mais resultados podem ser obtidos. Agora, no mundo digital uma boa estratégia pode reduzir bastante os gastos com anúncios e eles podem ser feitos por qualquer pessoa ou empresa que deseja divulgar sua marca, seja em sites de busca, como o Google, redes sociais ou em páginas relacionadas ao negócio. Além disso, as mensagens podem ser segmentadas de acordo com o público que se deseja atingir, especificando região, sexo, idade, preferências, entre outros dados.

Aumento da vantagem competitiva

Com essas plataformas de anúncios disponíveis atualmente, empresas de todos os tamanhos podem expor seus produtos ou serviços começando com um pequeno investimento. Também, as campanhas podem ser medidas, analisadas e ajustadas enquanto ainda estão no ar, conforme a necessidade. Isso proporciona muito mais vantagem competitiva para as empresas que desenvolvem as melhores estratégias, principalmente sobre aquelas que ainda praticam o marketing tradicional.

Atendimento em tempo integral

Os consumidores estão conectados o tempo todo e é preciso que as companhias acompanhem essa tendência, oferecendo atendimento full-time, por meio de diversos canais, como redes sociais, aplicativos de mensagens, telefone, e-mail, entre outros. Esse serviço garante maior satisfação, melhora o relacionamento entre as duas partes e aumenta a reputação da marca. Contudo, isso não significa que o atendimento precisa ser 24 horas, apenas que esteja disponível e seja respondido o mais rápido possível.

Proliferação de dados

Antes da era digital, as empresas precisavam fazer pesquisas, entrevistas e recorrer a outras fontes para ter informações sobre o público, a concorrência e o mercado. Atualmente, é possível contar com uma infinidade de bancos de dados, recursos de segmentação, big data etc. Por isso, com pouco esforço e orçamento menor, todos podem conhecer os dados mais relevantes para suas operações, de forma rápida e organizada, para otimizar o alcance e velocidade com que os resultados são obtidos.

A era digital realmente trouxe muitos benefícios para o marketing e os negócios. Em relação ao tradicional, é possível aumentar bastante o retorno das campanhas, alcançar um público maior, conhecer mais facilmente os fatores que envolvem as empresas, além de baratear os custos com publicidade, pessoal, materiais, entre outras coisas. Por isso, é importante que as companhias evoluam para poder ter mais vantagem e se manterem competitivas no mercado. Então, mãos à obra!

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Lançamento de disco: inspire-se em 6 cases de sucesso

A indústria musical é bastante disputada, por isso, os artistas ficam muito ansiosos sobre como será o seu lançamento de disco. Alguns deles têm potencial claro de sucesso, mas outros são surpresas totalmente inesperadas e deixam seus autores famosos em questão de meses. Ainda não existe uma fórmula para que um álbum seja bem-sucedido, só sabemos que alguns se tornaram fenômenos mundiais e venderam milhões de cópias.

Veremos agora uma lista com casos de lançamento de disco que foram grandes sucessos. Confira!

1. Michael Jackson – “Thriller”

Apesar de ser o sexto disco da carreira solo de Michael Jackson, esse foi o que fez do cantor um ícone mundial. Após sair do grupo formado com seus irmãos, o “The Jackson 5”, Michael lutava para se afirmar e seu sucesso ainda não era definitivo. Então, o disco foi lançado em novembro de 1982, vendeu 65 milhões de cópias e fez o artista se tornar um recordista ao ganhar oito prêmios Grammy, o mais importante da música.

2. Padre Marcelo Rossi – “Músicas para louvar o Senhor”

Fazendo jus ao título de “país mais católico do mundo”, um dos discos mais vendidos do Brasil é de um padre. Esse disco, lançado em 1998, vendeu cerca de 3 milhões de cópias e, apesar de não chegar perto dos números americanos, é uma grande vendagem no nosso país. Padre Marcelo, que já gostava de cantar e faz parte do “Movimento Renovação Carismática Católica”, começou a se apresentar na igreja e depois em programas de auditório, até que lançou seu disco e se tornou uma estrela entre todas as idades.

3. Sex Pistols – “Never mind the bollocks”

No fim da década de 1970, o mundo estava saturado dos hippies e do velho rock and roll, foi então, que surgiram os punks na Inglaterra. Com sua fúria sonora e letras mais do que críticas, os Sex Pistols rapidamente se destacaram na cena musical de Londres e logo lançaram o primeiro disco em 1977. Apesar de ter demorado 15 anos para vender mais de um milhão de cópias, esse álbum é um dos maiores lançamentos de todos os tempos.

4. AC/DC – “Back in Black”

Essa banda já era bastante conhecida na sua terra natal, a Austrália, e tinha diversos discos vendidos. Porém, esse álbum foi o que apresentou o AC/DC para o mundo. Lançado em 1980, após a morte de seu carismático vocalista, Bon Scott, o grupo estava em uma fase difícil e lançou o primeiro disco com o substituto. Apesar disso, Back in Black foi um enorme sucesso que vendeu mais de 50 milhões de cópias no mundo todo.

5. Xuxa – “Xou da Xuxa 3”

Outro recordista brasileiro que também foge dos estereótipos. Cantando músicas infantis, Xuxa lançou, em 1988, seu terceiro disco e, de fato, se tornou a “Rainha dos Baixinhos”, como ficou conhecida. O álbum, que contém o hit “Ilariê”, vendeu aproximadamente três milhões de cópias e está no TOP 10 dos mais vendidos no nosso país. Também, foi sucesso em muitos países latino-americanos com a versão em espanhol.

6. Pink Floyd – “The Dark Side of the Moon”

Um dos álbuns mais famosos da história da música e, mesmo após 20 anos do seu lançamento, ainda era um dos 100 discos mais vendidos todos os anos. Ele também não foi o primeiro da banda, mas, com certeza, foi o que trouxe o estrelato para o grupo. Lançado em 1973, The Dark Side of the Moon tem sonoridades bem diferentes, inovou em efeitos especiais e vendeu mais de 50 milhões de cópias.

Muitos lançamentos de disco foram marcantes para a indústria musical, os artistas e ainda mais para os fãs. Eles têm estilos e musicalidades diversas, mas isso prova que é possível ser sucesso com qualquer tipo de música. Por isso, não devemos tentar criar fórmulas, mas sim, fazer um trabalho original, que agrade aos autores e, principalmente, o público.

E ai, você conhece algum outro disco de sucesso que deveria estar na lista? Tem alguma informação a mais sobre eles? Deixe seu comentário e participe dessa conversa!

A história da indústria musical brasileira: resumo

 

A indústria musical se modificou bastante nos últimos anos, em pouco tempo, as gravadoras perderam poder e os artistas estão usando alternativas mais diretas para distribuir seus trabalhos.

No mundo inteiro, pessoas conseguiram emplacar carreiras de sucesso pela internet. Enquanto isso, as corporações buscaram outras maneiras de interagir com os músicos, como investimentos em marketing e estrutura de shows.

Contudo, antes de o nosso mercado fonográfico ficar tão desenvolvido e ter suas estruturas balançadas pela web, outras maneiras e tecnologias eram usadas para produzir e ouvir música.

Confira agora um resumo da trajetória da indústria musical brasileira.

Da era dos concertos ao auge do rádio

Em 1900, foi montado o primeiro estúdio de gravação do país, A Casa Edison, com um fonógrafo trazido por Frederico Figner, que também construiu em 1913 a Odeon, primeira fabricante de discos brasileira. Isso revolucionou a forma de se consumir música, que antes só poderia ser apreciada ao vivo.

Além da Odeon, outras três grandes empresas marcaram o mercado fonográfico: Columbia, RCA Victor e Rozenblit. Depois, com a era do rádio, aumentou bastante a quantidade de compositores, músicos e também de público, assim iniciou-se a consolidação do negócio da música no Brasil. Os grandes nomes da época foram muitos, mas podemos destacar Luiz Gonzaga, Dorival Caymmi, Ângela Maria, Dalva de Oliveira e  Cauby Peixoto.

Do som para a imagem

Com o lançamento do LP na década de 1950, ouvir discos em casa se tornou mais vantajoso. Os preços dos aparelhos caíram e as vendas estouraram. Uma leva de artistas e gêneros surgiram, como Bossa-nova, Tropicália, Jovem Guarda, MPB e Rock.

As antigas gravadoras cederam lugar às novas e, no início dos anos 1970, a líder era a Phonogram, dirigida por André Midani, que 1976 ajudou a fundar a Warner do Brasil, outra grande corporação do ramo.

A partir da década de 80, outra revolução tecnológica apareceu para mudar o jeito como as pessoas ouviam música, o CD. Menor, com capacidade e qualidade maiores, aos poucos, ele foi matando o LP e ditando o fim de um era.

Por volta desse período também surgiu outra inovação, o videoclipe, que mudou a forma dos artistas apresentarem seu trabalho, pois, além da música, era preciso pensar na imagem.

Da TV para a internet

A MTV, em especial, foi grande responsável por popularizar a cultura dos clipes. Nesse período o pop era o gênero dominante da indústria mundial, logo, nos anos 80 e 90, os brasileiros foram recebendo influências dessa mistura de estilos e batidas dançantes.

Além disso, apareceram muitas atrações com temas regionais e que dominaram a cena. Desde duplas sertanejas, bandas de pagode, axé e cantores de MPB. Nos anos 2000, a indústria foi dando atenção para grupos de funk, rap, forró eletrônico e tecnobrega, principalmente os que surgiram nas comunidades carentes do país.

Nesse momento também surgiu o MP3, que deixou a indústria fonográfica, principalmente as gravadoras, de cabeça para baixo. Os modelos de negócio tiveram que ser mudados, assim como, mais uma vez, a maneira de escutar música.

Hoje, muito da MPB foi misturada com pop nacional e internacional, os artistas mais famosos passeiam por diferentes estilos para agradar o público. Com a chegada do Youtube e do streaming, qualquer pessoa pode expor seus talentos e, quem sabe, conseguir fãs e ter uma carreira de sucesso, como muitos MC’s, cantores e bandas estão demonstrando.

A indústria musical brasileira mudou muito desde sua fundação, isso é algo normal no desenvolvimento da sociedade. Uma coisa que podemos afirmar, é que não sabemos como será o futuro desse negócio, que parece ter vida própria e evolui naturalmente.